quarta-feira, 3 de junho de 2009

Dicas para identificar e aumentar a auto-estima das crianças:

- O que é auto-estima?
R - É a idéia, a opinião e o sentimento que cada pessoa tem por si mesma. É o valor que se dá a si mesmo.

2- O que é baixa auto-estima?
R - É a idéia que a pessoa tem de ser uma pessoa de pouco valor.

3- Quais as opiniões que a pessoa com baixa auto-estima tem sobre si mesma?
- Sou insegura, tenho medo de fazer as coisas.
- Sou inadequada, não faço nada direito.
- Estou sempre com dúvidas.
- Estou sempre incerto do que sou, nunca sei o que fazer.
- Nunca posso errar, devo fazer tudo com perfeição ou é melhor não fazer.
- Tenho uma vaga idéia de não ser capaz de realizar nada (depressão)
- Tenho necessidade de agradar e ser reconhecida pelas pessoas. Acho que não gostam de mim.

4- O que diminui a auto-estima?
- Autocríticas infundadas; Críticas infundadas;
- Culpa por responsabilidade excessiva; Isolamento;
- Rejeição; Carência falta de receber demonstrações de afetos;
- Frustração; Vergonha; Inveja; Timidez; Medo;
- Humilhação; Raiva.
- E, principalmente: perdas e dependência (financeira e emocional)

5- Quando começa a se formar a auto-estima?
R - Na infância.

6- Como se desenvolve a Auto Estima nas crianças:
R - A partir de como a criança percebe que é tratada pelas outras pessoas ela forma uma idéia de como ela é.
Quando se percebe bem tratada pode construir uma idéia de que é uma pessoa boa, estimada e age como se esperasse que mais coisa boa lhe acontecesse.
Em geral é o que ocorre com crianças que cantam, dançam, riem e brincam bastante.
Quando se percebe mal tratada pode construir uma idéia de que é uma pessoa má, não estimada e age como se esperasse que mais coisas más lhe acontecessem.
Em geral é o que ocorre com crianças que ficam tímidas, irritadas, isoladas e brincam poucos.

7- Isto significa que uma situação de bons ou maus tratos é que vai determinar se uma criança terá uma auto-estima positiva ou negativa?
R – Depende da idade e do amadurecimento mental da criança.
Quanto mais nova é a criança menor é a sua capacidade entre saber o que é real ou fantasia. Ou seja, quanto mais nova mais facilmente acreditará que tudo é real.
Muitas crianças pequenas, na nossa opinião, são maltratadas pelos adultos. O que não significa que elas se sintam maltratadas.
Nós, adultos, sabemos que as nossas cognições (idéias) sobre as situações determinam nossos sentimentos e por sabermos que nossa avaliação nem sempre está certa passamos a questionar, refletir antes de acreditar nas nossas idéias ou nas idéias das outras pessoas. As crianças mais novas ainda não sabem disto, tornando-se mais vulneráveis e influênciáveis pelas outras pessoas.

8- Quando a criança é pequena ela tem consciência de que está julgando e formando idéias sobre uma situação ?
Não.
Uma criança, em seus primeiros anos de vida:
- Não nasce sabendo que forma idéias;
- Não sabe que essas idéias geram emoções;
- Não sabe que essas idéias geram sensações e reações;
- Não sabe que essas idéias geram comportamentos;
- Não sabe que essas idéias podem não ser totalmente verdadeiras.
Nos primeiros anos de vida a criança não desenvolveu, o hábito de perceber suas próprias idéias.
E este deve ser o primeiro passo para que crie também o hábito de desafiar e questionar essas idéias.

9- E como ela vai chegar a esta consciência?
R – As crianças começam imitando as outras pessoas, ou seja, elas imitam os comportamentos que enxerga nas outras pessoas. Vamos lembrar que esses comportamentos são resultados da idéias que essas pessoas tiveram.
Com o tempo a criança perceberá que tem comportamentos e idéias diferentes das outras pessoas.
Ou seja, à medida que eu entendo o outro eu posso ter uma idéia de como eu sou.

10- Então os adultos têm uma grande responsabilidade sobre a formação da auto-estima nas crianças?
R – Sim. As crianças imitam os adultos porque acreditam neles. E não só nos adultos, mas também nas outras pessoas com quem convivem no dia-a-dia. Essas pessoas podem ser crianças ou adolescentes.

11- Mas principalmente, os adultos?
R – Sim, pois se os adultos estão sempre opinando a partir de uma perspectiva negativa para as crianças, e se estão sempre taxando-os de inúteis e incapazes, ou usando de zombarias e ironias, irá se formando neles uma imagem "pequena" de seu valor. E se com os amigos, na rua e na escola, repetem-se as mesmas relações, teremos uma pessoa com auto - estima baixa e baixo sentimento de auto - avaliação.
Os adultos, têm uma grande responsabilidade em colaborar para que as crianças formem boas idéias e se transforme numa pessoa com uma boa auto-estima.

12- Essa colaboração deve se dar a partir de quando?
R – Desde que passou a se dirigir a criança, seja antes ou depois que nasceu, os adultos, principalmente, já podem contribuir para que a criança desenvolva boas idéias e forme uma auto-estima positiva.

13- Como ?
R – Prestando atenção nos comportamentos da criança e no que ela fala.
As crianças falam de suas observações sobre ela mesma, às pessoas, as situações e o futuro.
Essas verbalizações poderão ser gentilmente modeladas, pelos adultos.

14- Como o adulto modela a criança?
R – Em primeiro lugar quando ele já aprendeu que:
- Ele forma idéias sobre as situações;
- Sabe que essas idéias geram emoções;
- Sabe que essas idéias geram sensações e reações;
- Sabe que essas idéias geram comportamentos;
- Sabe que essas idéias podem não ser totalmente verdadeiras.

Em segundo lugar:
- Ao observar o que a criança faz ou fala os adultos podem identificar qual foi o critério que ela utilizou para avaliar as situações que passou.
Examinando se esses critérios estão de acordo com a lógica do contexto de uma determinada situação.

15- Como é essa lógica do contexto de uma determinada situação?
R – Existe uma forma lógica de avaliar as situações que ocorrem no dia-a-dia:

- A lógica mostra que os fatos podem ocorrer em uma situação ou todas. (Uma criança pode ser diferente num traço , mas igual as outras crianças em outros traços).

- A lógica mostra que os fatos podem passar ou ficar para sempre como está.(Uma criança gripada está mal por alguns dias, outra com diabetes pode ter que cuidar-se sempre)
- A lógica mostra que os fatos podem ser da minha responsabilidade ou dos outros.(a criança pode cair por não prestar atenção, mas o chão pode estar escorregadio porque não foi limpo).

16 - Resumindo então pela lógica devemos considerar três aspectos?
R – Sim. Analisar o aspecto que mostra se o evento é:

1 - específico ou geral ( ex. não acertar uma questão entre dez, não é a mesma coisa errar todas numa prova; ir mal em uma matéria escolar não é a mesma coisa que repetir de ano; ter uma taquicardia não é a mesma coisa que desmaiar; posso ter um sintoma de uma doença, mas não ter a doença);

2 - passageiro ou permanente (ex. ficar sem ir à aula um dia não é a mesma coisa que nunca mais ir a escola; estar doente um dia não é a mesma coisa ficar doente sempre);

3 - responsabilidade pessoal ou impessoal (ex. ir mal numa prova não significa que só dependeu da criança e que ela seja burra; esquecer de lembrar de um compromisso não depende só da criança, não significa que seja desinteressada).

17- Em qual idade a criança pode começar a ser preparada para ter consciência desses modos de avaliação?
R - A medida que a criança atinge uma idade pré-escolar (05 aos 7 anos) os adultos poderão começar a mostrar as diferenças no modo da criança avaliar as situações, usando os exemplos delas no dia-a-dia.
Assim, contribuirá para que a criança desenvolva o hábito de analisar as situações do dia-a-dia de uma forma lógica; discriminando entre o que é uma fantasia e o que é um fato real.
Ou seja, ela estará formando idéias mais realistas sobre si mesma e as pessoas podendo ter uma idéia de futuro com mais esperança.
O que servirá contra conclusões supernegativas que geram a baixa auto-estima, a depressão, a ansiedade e outros problemas psicológicos.

18- Além dos aspectos de ensinar a criança a avaliar as situações o que mais pode contribuir para desenvolver a auto - estima delas?
R - É importante ensinar à criança que ela pode fazer algumas coisas bem, e que pode ter problemas com outras coisas.
- E que esperamos que faça o melhor que puder.
- Também é uma boa ajuda admitirmos nossos próprios erros ou fracassos.
- Ela precisa saber que também nós não somos perfeitos : "Sinto muito. Não devia ter gritado. Fiquei o dia todo chateado."
- Para ajudá-la a criar bons sentimentos é importante elogiá-la e incentivá-la quando procura fazer alguma coisa, fazendo-a perceber que tem direito de sentir que é "IMPORTANTE",
- que "pode aprender", que "consegue" e
- que sua família lhe quer bem e a respeita.
- O cuidado reside em adequar as tarefas que cabem a cada idade e permitir que ela tente, como colocar o suco no copo (ainda que derrame), a roupa (mesmo do avesso), a jogar objetos no lixo, guardar os brinquedos, as peças do jogo, ajudar na arrumação dos seus livros, fitas de vídeo, enfim,
- solicitar a ajuda da criança, partilhando com ela pequenos afazeres, vale até aplausos às suas conquistas.
- Portanto, estabeleça metas realistas e adequadas a idade da criança. Dê-lhe oportunidade de desenvolver-se sem super protegê-lo ou sem pressioná-lo, nem compará-lo com outras crianças.
- Assim, ele formará uma idéia, um conceito positivo de si mesmo.
- E para desenvolver esse sentimento, estimule-o quando ele sentir que não tem condições de realizar algo.
- Talvez tenha de dizer-lhe : "Claro que você pode. Vamos, vou te ajudar."

19- Quais os resultados da auto-estima elevada?
- mais à vontade em oferecer e receber elogios, expressões de afeto
- sentimentos de ansiedade e insegurança diminuem
- harmonia entre o que sente e o que diz
- necessidade de aprovação diminui
- maior flexibilidade aos fatos
- autoconfiança elevada
- amor-próprio aumenta
- satisfação pessoal
- maior desempenho profissional, sonhos mais altos.- relações saudáveis; paz interior.

Vale a pena colaborar para que crianças tenham pensamentos felizes!!

Arnaldo Vicente, Psicólogo, Terapeuta Cognitivo, Vice- Presidente da ABPC
Fonte: clique aqui

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Gincana 6 a 4 para os pais

Quando li este artigo reflecti bastante e achei importante partilha-lo convosco. Aproveite este dia da criança para também reflectir e questionar. O papel de pai e mãe não é fácil...
FELIZ DIA DA CRIANÇA!


GINCANA:
"Se a vida em família fosse um campeonato entre pais e filhos, um bom resultado seria este: 6 a 4 para os pais.
Nem pais eternos vencedores, nem filhos eternos perdedores.
Se no fim do campeonato filhos crescidos, feitas às contas, se constatar que os pais venceram por pouco, mas venceram. E os filhos perderam por pouco, mas perderam para seus pais.

Seria uma honra para os pais terem vencidos como quem respeita e para os filhos terem perdido para pessoas tão competentes.

Filhos ou pais derrotados são filhos ou pais infelizes Por isso escreva, anote e prenda na parede de sua casa para que nenhum dos lados esqueça o que é jogar o jogo da vida em família

Este placar;
Pais 10 x 0; Durões, cruéis e prepotentes donos absolutos dos filhos... maus pais.

Pais 9 x 1; Raramente dão liberdade. Marcação cerrada... amam, mas amam errado.

Pais 8 x 2; Começam a confiar, mas ainda com medo... amam, mas ainda não amam certo.

Pais 7 x 3; Admitem pedir desculpas e voltar atrás. Estão amando certo, mas ainda falta um pouco

Pais 6 x 4; Vitoriosos com classe. Sabem quando pedir e quando mandar, exigir, sabem disciplinar, amorosos

Pais 5 x 5; Liberais demais. Os filhos se acham no mesmo nível dos pais. E os pais acham que é assim mesmo.Todo empate é perigoso na vida em família. Filho nunca é igual a pai e mãe. Não existe este empate. Se existir é mal

Filhos 6 x 4; A família começa a ir mal.Os filhos estão sempre conseguindo sempre o que querem; errado.

Filhos 7 x 3; Os filhos estão mentindo, enganando os pais e estes se calam sabendo que é errado

Filhos 8 x 2; Os filhos já estão prepotentes. Apontam, erguem a voz, desrespeitam, impõe sua vontade e sabem que vão acabar vencendo por que os pais são fracos. Estão encurralados.

Filhos 9 x 1; Existe droga, violência e ingratidão naquela casa. Acabo o respeito. A mãe não tem mais força nenhuma sobre os filhos. O pai é um “Zé ninguém”. Os filhos mandam e desmandam. Baderna geral

Filhos 10 x 0; A família acabou. Os filhos derrotaram seus pais. Tem gente maldita naquela casa. Se em sua casa os filhos estão perdendo por mais de 6 a 4 ou empatando de 5 a 5, ou vencendo, comece a procurar ajuda!


Sem carinho e autoridade pais e filhos acabam perdendo o rumo e o "futuro" não pode mais suportar isso. O "Futuro que é agora amanhã" precisa de mais de escolas e mais de colo inteligente e amoroso porque a escola mais importante e o colo mais gostoso ainda está lá... Na sua casa!”

Fonte: Pe. Zezinho

domingo, 31 de maio de 2009

Mamã cuidado como calor!

A hidratação e todos os cuidados de protecção com as crianças merecem principalmente atenção nesses dias de calor, em que elas perdem muito líquido pela transpiração e pela urina.

Mas não espere que ela lhe peça água. “A atenção deve ser maior ainda naquelas que estão com uma virose intestinal, com vômito e diarréia, para que não desidratem”, diz Fabiana Hashimoto, pediatra do Hospital Santa Catarina (SP).

Quando desidratada, a criança fica com os olhos fundos, sem brilho, com a boca seca e a saliva espessa, além de perder elasticidade da pele e diminuir a quantidade de urina. Ela pode ainda alternar momentos de agitação e apatia. Se a desidratação for leve, os pais conseguem contornar a situação oferecendo líquidos em casa, mas, em casos mais graves, pode precisar de hospitalização.

Lembre-se de que a criança precisa de pelo menos 4 copos de água por dia para manter a hidratação e o bom funcionamento do intestino. Algumas medidas simples fazem a diferença. Veja:

- Ofereça água ao seu filho, mesmo que ele não peça. Sirva em pequenas quantidades e, de preferência, mais para o fresco do que em temperatura ambiente, que torna a absorção mais rápida;

- Os alimentos também ajudam a hidratar e devem ser sempre frescos e de fácil digestão. Incentive o consumo de frutas, legumes e verduras. E não se assuste: é normal o apetite da criança diminuir em dias quentes;

- O ambiente onde a criança está deve ser sempre arejado. Se for preciso, use um ventilador, desde que o vento não fique directo nela;

- Deixe seu filho com roupas frescas. Dê preferência aos tecidos de fibra natural, como o algodão, que absorvem o suor do corpo e mantém a temperatura do organismo;

- Cuidado com o sol. Em excesso, ele pode desidratar a criança, além de provocar graves queimaduras. Deixe seu filho sempre protegido, com protetor solar, boné, roupa confortável e leve. Evite ainda que fique exposto ao sol entre 10h e 16h;

- As crianças que se alimentam exclusivamente com o leite materno não precisam de complemento na hidratação, a não ser em casos específicos.



Fontes: Carla Gonzales Rossini, nutricionista, Fabiana Hashimoto, pediatra do Hospital Santa Catarina (SP) e RGNutri

quarta-feira, 27 de maio de 2009


RESPONSABILIZAR

A educação e a disciplina estão muito ligadas à responsabilização das crianças. Responsabilizar é demonstrar interesse e respeito à criança.


Tendo em conta este aspecto, aqui ficam algumas sugestões de tarefas que as crianças podem realizar, dependendo das suas idades.


Dos 3 aos 6 anos
  • Apanhar os brinquedos depois de os usar;
  • Ajudar a arrumar as suas coisas;
  • Ajudar a fazer a sua cama;
  • Ajudar a arrumar o quarto;
  • Ajudar a arrumar a casa de banho depois de tomar banho;
  • Ajudar a pôr a mesa (pôr os guardanapos, o pão).



Dos 7 aos 11anos

  • Fazer a cama;
  • Arrumar o seu quarto;
  • Arrumar a casa de banho depois de tomar banho;
  • Colocar a roupa suja no cesto;
  • Dobrar a roupa que não necessita de ser engomada;
  • Guardar e arrumar a roupa limpa;
  • Limpar o pó;
  • Varrer;
  • Pôr e levantar a mesa;
  • Lavar os pratos do pequeno-almoço e do lache;
  • Fazer recados;
  • Preparar o pequeno-almoço e o lanche;
  • Fazer de "ajudante" na cozinha (bater ovos, panar alimentos, misturar ingredientes...)
  • Coser botões.

Dos 12 aos 17 anos
  • Mudar os lençóis da cama;
  • Encarregar-se do seu quarto (roupa, armário, estantes, etc...);
  • Aspirar;
  • Lavar os pratos;
  • Passar a esfregona;
  • Fazer recados regularmente;
  • Ir às compras;
  • Despejar o lixo;
  • Pôr e tirar a loiça da máquina;
  • Pôr a máquina da roupa/ máquina de secar a trabalhar;
  • Cozinhar pratos simples;
  • Engomar roupa simples;
  • Coser roupa simples;
  • Ser o "encarregado" de tarefas familiares (preparar o pequeno-almoço, arrumar arrecadação...).

segunda-feira, 25 de maio de 2009



EDUCAÇÃO E DISCIPLINA

Desde cedo as crianças testam os seus limites e, consequentemente os limites dos seus pais e educadores.


Quantas vezes já não assistimos às famosas "birras de supermercado" ou, mais intimamente a uma "disputa" à hora do jantar:
Mãe- "Come a sopa!";
Filho- "Não";
Mãe- "Come a sopa, é só mais uma colher";
Filho- "Não"; e assim sucessivamente até que alguém perde o controlo...



Estas "crises" fazem parte do desenvolvimento psicológico e social das crianças, contudo há que controlar e disciplinar. Não queremos que elas se tornem nos "pequenos ditadores" lá de casa, apenas que aprendam as regras da vida em sociedade em geral e que cresçam felizes.



Aqui ficam algumas dicas de como usar a disciplina:
  • Disciplinar é ensinar, não é castigar;
  • O objectivo é que a criança aprenda a autocontrolar-se;
  • As crianças precisam de uma abordagem que não as envergonhe;
  • Cada "não" precisa de um "sim";
  • Tente compreender o significado de determinado comportamento menos adequado;
  • Uma resposta firme e consistente a um mau comportamento revela interesse;
  • Partilhe responsabilidades com a criança por forma a encontrar soluções;
  • Uma abordagem carinhosa e compreensiva é poderosa.

Bibliografia:
- BRAZELTON, T.Berry; SPARROW, Joshua D. - A Criança dos 3 aos 6 anos. Editorial Presença, Lisboa 2008.

terça-feira, 19 de maio de 2009

Manhãs de domingo culturais divertidas e em família!

Continuando a falar da família, lembramos o projecto “Em família… nos museus e no património” que desenvolve actividades de fim-de-semana dirigidas às crianças e jovens, com a participação de toda a familia na actividade cultural.

Tem com objectivo principal: valorizar as actividades dos serviços educativos dos museus e monumentos dependentes do Ministério da Cultura, através do Instituto dos Museus e da Conservação, I.P. (IMC) e do Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico; bem como a difusão e alargamento da cultura entre crianças, jovens e pais.

O Projecto decorre rotativamente pelos Museus, Palácios e Monumentos, ao longo do ano de 2009, com início a 22 de Março e termo a 13 de Dezembro. As actividades estão concebidas para crianças e jovens até aos 16 anos, acompanhados das respectivas famílias. Realizam-se todos os Domingos, entre as 10h00 e as 13h00, período particularmente indicado para as Famílias.

PS. É Necessário inscrição prévia
Mais informações imc na fonte

terça-feira, 12 de maio de 2009

A propósito do Dia Internacional da Família...

FAMÍLIA : A PRINCIPAL ESCOLA!
Vivemos numa era dominada pela ciência e pela técnica, em que ocorrem diariamente transformações a um ritmo frenético.
O homem é cada vez mais um ser consumista, caracterizado por um apego exacerbado a bens e produtos, nem que para isso tenha que competir desenfreadamente com os outros.

A vida é comparada a uma longa viagem; se perdermos o comboio ainda podemos apanhar o autocarro mas corremos o sério risco de chegarmos atrasados. Nesse percurso sinuoso, repleto de stress, ansiedade, frustração e desamor, por vezes envolto por um fino lençol de alegria e felicidade quase instantânea, o homem não tem lugar para reflectir acerca do verdadeiro valor da vida, não tem tempo para se dedicar aos seus amigos e familiares, não tem vontade para pensar se tem ou não a certeza que quer assumir um compromisso tão importante como é o casamento, não tem espaço para reflectir se vai ou não ter disponibilidade para dar amor e carinho aos seus filhos depois de os conceber…

Não constitui nenhum conhecimento novo o importante contributo dado pela família para o desenvolvimento físico, cognitivo e afectivo da criança.
A família é a primeira e a principal escola da criança. Se os “ professores “ se “baldam” faltando às aulas ou não motivam os “alunos” a aprenderem os conhecimentos leccionados, estes sofrerão consequências irreversíveis que se irão reflectir no seu desenvolvimento. Assim sendo, por melhor que seja a escola ou o infantário, os pais não devem delegar neles a sua função educativa.

Todavia, verificamos que a complexidade e exigência da sociedade actual cria novas necessidades para a maioria das famílias, o que conduz inevitavelmente a uma modificação da relação pais – filhos. E, de facto, é difícil alcançar um equilíbrio entre a função educativa dos filhos e o cumprimento das responsabilidades familiares.

Uma família não consegue sobreviver sem trabalhar, sem lutar pelo seu sustento. Neste âmbito, as circunstâncias sócio - económicas, o ritmo trepidante da vida, a televisão, o cansaço de um dia de trabalho, as diferenças de horários a que estão sujeitos os membros da família constituem sérios obstáculos ao encontro entre pais e filhos
.

Depois de dias e dias de ausência de diálogo, de aborrecimentos e frustrações, os filhos iniciam sozinhos a sua caminhada, preferindo partilhar as suas descobertas, sentimentos e problemas com os amigos porque o lar deixou de ser um porto de abrigo seguro e agradável.
Por sua vez, os pais, para tentarem compensar a indisponibilidade para com os filhos e colmatar a distância física e/ou psíquica, criam um espaço fabricado artificialmente, repleto de novas aquisições e invenções onde superabundam os brinquedos, televisões, vídeo cassetes, mini computadores... E, infelizmente nada disto está verdadeiramente relacionado com o bem-estar da criança e com o seu crescimento e desenvolvimento harmonioso que o tornará um adulto feliz e saudável.

É na infância que as relações afectivas assumem maior ênfase: as manifestações de amor como os carinhos e os afagos são extremamente importantes para o desenvolvimento equilibrado da criança.

Ainda no útero materno, o bebé já escuta a voz da mãe, do pai, dos irmãos, dos avós... Depois de nascer e à medida que vai crescendo, vai-se apercebendo do relacionamento dos seus familiares… Distribuem gratuitamente sorrisos ou choram? Conversam calmamente ou discutem? Estabelecem um contacto físico harmonioso ou agridem-se mutuamente?

Apercebe-se igualmente da ( in ) existência de hábitos de leitura, do ( des ) respeito pela natureza e pelos animais, da ( in ) coerência do procedimento dos pais, da (in ) tolerância para com os outros, da ( des ) promoção da saúde, da forma como gerem o dinheiro, do ( in ) cumprimento das responsabilidades que assumem, do ( des ) interesse em participar em projectos para o bem da sociedade.

É através dos comportamentos, atitudes e conhecimentos que a família transmite no lar e da complexa teia de relações estabelecida com os seus membros e com a sociedade em geral, que a criança aprende o significado das regras e das leis da sociedade.

Deste modo, é impensável que os pais negligenciem o seu papel de educadores, sendo aconselhável a criação de um clima de segurança e serenidade, onde haja lugar para a expressão de afectos, sentimentos e ideias, transmissão de valores fundamentais, promoção da saúde, aprendizagem de normas e padrões da sociedade, exercício dos deveres e direitos, entre outros.

Para tal, é necessário que a família se auto discipline no sentido de encontrar tempo para viver em comunhão. E, neste âmbito, vale mais a qualidade desses espaços de convivência e diálogo do que propriamente a quantidade.
Qualidade de tempo é tirar meia hora por dia para ESTAR com a criança, brincar com ela, contar-lhe uma história, sem se preocupar com o jantar para preparar, a roupa para passar e a casa para arrumar. É ESTAR DE CORPO E ALMA com a criança, ENTREGAR-SE a ela durante esse tempo de qualidade.
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E por que no dia 15 de Maio se comemora o Dia Internacional da Família, vamos parar um pouco para pensar nisto!
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____________________________________ Vânia Coimbra

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Querida mãe!

Querida mãe és a melhor mãe do mundo, não há nenhuma mãe como tu, gosto muito de ti mãezinha, do meu coração.

Querida mãe clique aqui e veja as crianças a cantar "Obrigada Jesus pela minha mãe"

terça-feira, 28 de abril de 2009

TERRORES NOCTURNOS VERSUS PESADELOS

TERRORES NOCTURNOS
Venske & Silveira (2005) definem os terrores nocturnos como um distúrbio caracterizado por despertar abrupto que pode ser iniciado por um grito de pânico, choro ou vocalizações incoerentes. A criança pode estar sentada na cama, com uma expressão aterrorizada apresentando sinais de ansiedade (taquicardia, respiração rápida, rubor cutâneo, sudorese, dilatação das pupilas, tónus muscular aumentado).

As primeiras vezes que os pais se confrontam com um episódio de terrores nocturnos são assustadoras, uma vez que observam o seu filho a acordar em sobressalto, uma ou duas horas após ter adormecido, com sinais de agitação, muitas vezes a gritar de olhos abertos, com o olhar fixo e movimentos descoordenados, sem responder aos seus apelos para se acalmar, o que deixa os pais extenuados e perturbados, sem saber como agir.
Quando o episódio termina, a criança volta a adormecer e não se recorda do que se passou.

Muitas vezes, os terrores nocturnos estão relacionados com algo assustador ou invulgar que ocorreu durante o dia, ou ainda, relacionados com mudanças importantes na vida da criança, tais como entrada no infantário, nascimento de um irmão, ausência de um dos pais, entre outros.

O que fazer perante um episódio de terror nocturno?

1.
Não tente acordar a criança, uma vez que esta não a irá ouvir e poderá, inclusivamente ficar mais agitada se se intrometer no terror (normalmente o episódio demora entre 1-10 minutos);

2. Deixe-a no berço/cama, assegurando-se que esta se encontra segura (por vezes fica de tal modo agitada que poderá cair da cama;

3. Não fale sobre o assunto no dia seguinte, uma vez que a criança não se recorda do episódio;

4. Reduza as situações de tensão durante o dia da criança;

5. Estabeleça uma boa rotina de sono, evitando a fadiga;

6. Com o passar dos anos os terrores acabam por diminuir e tal como apareceram desaparecem espontaneamente.


Os terrores nocturnos e os pesadelos são a mesma coisa?
Não. Enquanto os terrores nocturnos surgem mais no princípio da noite (em que os períodos de sono profundo são mais longos), os pesadelos são um fenómeno do sono superficial (sono REM), e por isso ocorrem mais na segunda metade da noite ou quando a manhã se aproxima (quando aumentam os períodos de sono REM).

Por outro lado, nos terrores nocturnos o despertar acontece no início do episódio, enquanto nos pesadelos a criança acorda a meio ou no final, quando a tensão causada pelo conteúdo assustador do sonho se torna demasiado intensa. Ao acordar de um pesadelo a criança rapidamente fica orientada e desperta, consegue descrever o conteúdo do sonho e deixa-se tranquilizar pelos pais (em contraste com os terrores nocturnos em que se mantém confusa e agitada, sem que nada a acalme, esquecendo o episódio logo que retoma o sono).

PESADELOS
Os pesadelos mais frequentes nas crianças de 2 ou 3 anos incluem a perda ou perigo. Os “monstros” muitas vezes são a causa do pesadelo no entanto a separação dos pais também é problemática. Nas crianças dos 4 aos 6 anos as tensões saudáveis como o lidar com os seus novos sentimentos de agressividade podem ser acompanhados de medos e pesadelos. Novos medos podem surgir durante o dia tais como abelhas, aranhas, elevadores, ruídos estridentes (trovão, sirenes, o ladrar dos cães, etc.) muitas vezes transportados para a noite como pesadelos (Brazelton & Sparrow, 2007).

Nas crianças com idade inferior a 5/6 anos os pesadelos são mais perturbadores pois a criança não entende que o sono não é real. A partir dos 5/6 anos a criança começa a perceber a diferença entre sonho e realidade, no entanto nesta idade, as crianças ainda precisam de acreditar no lado positivo dos seus “ bons” sonhos. Por isso, não se pode esperar que deixem de acreditar nos “sonhos maus” (Brazelton & Sparrow, 2007).

A criança assustada por um pesadelo acorda por completo e, se já sabe falar, consegue dizer algumas das coisas que se passaram no sonho. Outras vezes, não se recorda do pesadelo no entanto não se esquece daquilo que a fez sentir. A criança implora conforto, e é capaz de se agarrar aos pais, com medo de voltar adormecer sozinha. Pode levar algum tempo a acalmá-la. (Brazelton & Sparrow, 2007).

Lidar com os pesadelos (Brazelton & Sparrow, 2006):

A hora de dormir:
1. Sentar-se junto da criança, explicando o que a preocupa.
2. Aceitar os receios da criança e a necessidade de se agarrar aos pais.
3. Recordar a criança formas para se confortar, desviando o pensamento para coisas boas.
4. Deixar uma luz de presença no quarto.
5. Encorajar e aceitar o uso de objectos de conforto (ursinho, uma boneca ou cobertor preferido) como companhia e forma de afastar todos os medos.
6. Contar histórias que ajudam a compreender os medos e sentimentos vivenciados de forma indirecta.
7. Quando a criança recorre a cama dos pais, depois de um pesadelo, deve-se acalmá-la e posteriormente levá-la de volta a cama dela. Esta transição pressupõem aconchego e conforto durante alguns minutos no seu quarto.

Durante o dia:
1. Ajudar a criança a certificar-se de que não existem fantasmas nem monstros debaixo da cama nem dentro do armário.
2. Ajudar a criança a entender os sentimentos descontrolados durante o dia que ocorreram durante o pesadelo.
3. Explicar e dar informações simples, claras, credíveis em termos que ela possa entender acerca dos acontecimentos da vida familiar que possam estar a perturbá-la.
4. Evitar filmes, programas de televisão, jogos de computador que possam ser violentos e provocar medo ou incompreensão do assunto por parte da criança.

_______________________________________ Vânia Coimbra

Bibliografia
BRAZELTON, T.; SPARROW, D. – A Criança e o Sono: o método Brazelton. 4ª ed: Editorial, 2007. ISBN: 972-23-3187.
FERRÃO, Ana (www.medicoassistente.com/modules/smartsection/makepdf.php?itemid=98)

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Preparação do biberão

A preparação do biberão requer alguns cuidados importantes que convém ter em consideração. Esta postagem aponta alguns deles.

1 - Cuidados de higiene
Seja muito rigoroso(a) quanto ao cumprimento de algumas regras de higiene. A verdade é que os bebés ainda não estão habituados aos germes!
- Antes de preparar o biberão lave cuidadosamente as suas mãos;
- O biberão e a respectiva tetina e a colher doseadora devem estar esterilizados. Se não tiver estes cuidados a contaminação por microorganismos pode provocar doenças ao seu bebé;

- Quando terminar a refeição do bebé lave com água corrente todos os utensílios utilizados e esterilize-os.

Métodos para esterilização

1 - Fervura: os biberões, as tetinas, a colher doseadora e restantes utensílios são emergidos em água, numa panela útilizada só para o efeito, entre 10 a 20 minutos. Tenha em atenção que não se deve observar bolhas de ar dentro dos biberões, uma vez que isso pode comprometer o processo.

2 - Esterilização a vapor: em aparelho apropriado. Os utensílios a esterilizar são envoltos em vapor de água a uma temperatura de 95 a 97ºC;

3 - Esterilização a vapor no micro-ondas: num aparelho próprio para levar ao micro-ondas, os biberões e as tetinas são igualmente esterilizadas com vapor em poucos minutos.

Como preparar?
- Ferva a água durante 3 a 5 minutos (não mais do que isso, porque caso contrário a água vai-se evaporando e fica concentrada em sais que originam cólicas ao bebé). Nota: Já existem águas próprias para lactentes (ver o rótulo), as quais não necessitam de ser fervidas;
- Deixe arrefecer um pouco a água;
- Verta a quantidade correcta no biberão;
- Junte o pó à água na quantidade correcta. A quantidade total depende do peso do bebé.


Para cada 30ml de água adicione 1 colher rasa de leite em pó
Colher medida/Água
1 - 30 ml
2 - 60 ml
3- 90 ml
4 - 120 ml
5 - 150 ml
6 - 180 ml
7 - 210 ml


- Respeite sempre as quantidades de leite em pó a utilizar;
- Nunca encher a colher medidora acima da medida;
- Não pressionar o leite em pó na colher para caber mais;
- Passe as costas de uma faca limpa ou uma espátula sobre a colher medidora para tirar um eventual excesso de leite em pó.
- Se colocar maior quantidade de leite em pó do que a indicada, o leite ficará demasiado concentrado e isso prejudicará o bebé, ocasionando mais problemas gastro-intestinais. Por outro lado, se ficar menos concentrado, o seu bebé não estará a receber todos os nutrientes que devia.
- Deite algumas gotas para a superfície interior do seu pulso para verificar a temperatura do leite; o leite deverá estar morno e não quente.

Atenção:
- Ao dar o biberão, a tetina deve estar sempre repleta de leite para que o bebé não engula ar, o que irá provocar cólicas;
- O leite deverá pingar da tetina e não escorrer, para que a criança não se engasgue.
- A mãe ou o pai deverão sentar-se numa posição confortável, e manter o bebé em posição semi-sentada, com a cabeça apoiada no seu antebraço.


Olhe para a criança enquanto se alimenta.
O contacto visual reforça a ligação entre a mãe (ou pai) e a criança!


Horário e frequência das mamadas
O leite artificial requer mais tempo de digestão, por esse motivo deverá manter intervalos mínimos de 3-4 horas entre cada mamada. A quantidade de leite do biberão é variável e deve ser a que deixe a criança satisfeita e a faça ganhar peso correctamente.
A alimentação é um dos factores mais importantes para o normal crescimento e desenvolvimento da criança.

_____Teresa Margarida da Silva Santos (Enfermeira em estágio no Curso de Preparação para o Parto)

Bibliografia:
O Guia Cuidar do Bebé – Felicitas Publicidade, Portugal, 2005.
http://pt.wikipedia.org/
http://www.todopapas.com/contenidos/alimentacion/Amamentacao-com-biberao-1020.html
http://www.prenatal.pt/bebes/amamentacao/o-aleitamento-artificial/como-se-prepara-o-biberao.htm

segunda-feira, 30 de março de 2009

Diagnóstico Precoce (Teste do Pezinho)


O diagnóstico precoce, vulgarmente denominado de teste do pezinho, trata-se de um teste efectuado para o rastreio de doenças graves que clinicamente não podem ser diagnosticadas nas primeiras semanas de vida e que podem tardiamente provocar atrasos mentais irreversíveis e muito profundos.

1 - Qual o objectivo de realizar este teste?
O teste tem por objectivo diagnosticar precocemente doenças de modo a que seja iniciado um tratamento, o mais precocemente possível, permitindo o desenvolvimento normal da criança.

2 - Que doenças diagnostica?
 Fenilcetonúria;
 Hipotiroidismo;
 Hiperfenilalaninemias;
 Tirosinemia tipo I E II;
 Leucinose;
 Hipermetioninemia;
 Citrulinemia;
 Acidúria arginino-succínia;
 Hiperarqininemia;
 Homocistinúria clássica;
 Acidúria arginino succínia;

 Hiperarquininemia;
 Citrulinemia;
 Acidúria propiónica;
 Acidúria metilmalónica;
 Acidúria isovalérica;
 Deficiência da desidrogenase dos ácidos gordos;
 Deficiência primária em cartinina.

3 - O que é a Fenilcetonúria?
A Fenilcetonúria é uma doença hereditária do metabolismo do aminoácido fenilalanina.
Devido à deficiência na enzima fenilalanina hidroxilase (PAH), enzima responsável pela metabolização da fenilalanina, este aminoácido acumula-se em quantidades tóxicas para o organismo.
O tratamento destas doenças consiste numa dieta hipoproteica restrita em fenilalanina.

4 - O que é o Hipotiroidismo?
Resulta de uma produção inadequada da hormona tiroideia decorrente de diversas causas.
Sendo esta hormona fundamental ao bom desenvolvimento físico e mental tem de ser fornecida sob a forma de medicação diária quando a sua produção no organismo é inadequada.

5 - Quando deve efectuar o teste ao seu bebé?
O teste deve ser efectuado entre o 3º e o 6º dia de vida do Recém-nascido.

6 - Onde pode ser efectuado o teste?
O teste pode ser efectuado na Unidade de Saúde ou USF, na qual está inscrito o pai ou a mãe, ou no seu domicílio, durante uma visita domiciliária, tendo no entanto que a solicitar atempadamente às Enfermeiras que dinamizam o Curso de Preparação para o Parto.
7 - Procedimento

1. Punção: será efectuada uma picada no calcanhar do seu bebé.
2. Expressão para saída de gotas de sangue
3. Recolha da gota de sangue para preenchimento da ficha a enviar para o laboratório de rastreio

8 - Resultados
• Se o resultado for negativo os pais não serão contactados;
• Se o resultado for positivo os pais serão contactados nos primeiros quinze dias após a sua realização;
• Caso deseje consultar o resultado poderá aceder ao site www.diagnosticoprecoce.org e inserir o número de código de barras que lhe é dado aquando da realização do procedimento para aceder ao resultado exclusivo do teste do seu filho.
...
___________________ Cristina Luísa Vieira Barbosa
___________________ Daniela Catarina da Rocha Brandão
(Enfermeiras em estágio no Curso de Preparação para o Parto)

Bibliografia
Folheto informativo Comissão Nacional para o Diagnóstico Precoce
http://www.diagnosticoprecoce.org/

quarta-feira, 25 de março de 2009

Mamã quero brincar ao sol!

Querida mamã o sol chegou com a Primavera e tu sabes com gosto de brincar ao sol.

Mas, quero pedir-te por favor, não concordes comigo,
mesmo que eu faça birra,
impõem a tua vontade,

NÃO POSSO BRINCAR AO SOL, SEM CHAPÉU E CREME, lembra-te, não pode haver descuidos.
É muito importante para a minha saúde:

Obrigada mamã

cliique aqui
e leia o artigo "Vem aí o calor: cuide das suas crianças"



foto net

sábado, 21 de março de 2009

Chegou a Primavera!

Queres despedir-te do Inverno?
Então clica aqui segue as orientações, divirte-te!
(desculpa,ontem esqueci a hiperligacão)




Fonte da Sala do Arco Irís Jardim do Cruzeiro
http://www.eldogma.com.ar/flyers/diaprimavera/default.asp


quinta-feira, 19 de março de 2009

Dia do Pai!

Pai!
Hoje é o teu dia pai!
Todos te saúdam e felicitam, porque és pai!
És o meu querido pai, que tanto amo!
E tu, dizes que sou a luz dos teus olhos!
Como eu gosto de ouvir isso,
mas às vezes tenho tanto medo…
Por favor, nunca me abandones nas trevas.

Sabes como gosto dos teus mimos e carinhos
Mas não quero só isso
Peço-te suplico-te, educa-me com amor!

Não quero apenas brinquedos e guloseimas,
O que eu quero, o que te peço pai,
São bons exemplos e boas palavras.

Sabes, não sou só uma criança linda!
Sou gente, sou teu filho e preciso de ti!
Preciso que me orientes, que me eduques
Ainda que sofra.
Ajuda-me hoje, para que amanhã eu não te faça sofrer a ti!

Dá-me a mão, com Jesus como guia,
não erramos o caminho!

segunda-feira, 16 de março de 2009

O Menino!

Com a aproximação do dia do pai (19 de Março) as professoras trabalham com as crianças a lembrança para o pai.

Numa turminha de 20 crianças, um menino de 5 anos, recusa-se a fazer o postal para o seu pai.
A professora tenta conversar com ele, para descobrir o motivo, mas o menino fecha-se e passa o resta da aula sem dizer uma palavra.

Quando a mãe o vem buscar a professora conta-lhe. A mãe não valoriza, dizendo que ele estava com preguiça, no outro dia certamente iria participar.
Mas o menino manteve a mesma atitude toda a semana!

Toda a turna ficava contente na hora de trabalhar no presente do pai, menos o menino!...

Durante o recreio a professora aproximou-se do menino e perguntou:
-Porque você está triste com seu pai?
Os olhinhos dele encheram-se de lágrimas e disse:
- O meu pai chama-me nomes, diz que eu sou burro, ele não gosta de mim!