segunda-feira, 4 de maio de 2009

Querida mãe!

Querida mãe és a melhor mãe do mundo, não há nenhuma mãe como tu, gosto muito de ti mãezinha, do meu coração.

Querida mãe clique aqui e veja as crianças a cantar "Obrigada Jesus pela minha mãe"

terça-feira, 28 de abril de 2009

TERRORES NOCTURNOS VERSUS PESADELOS

TERRORES NOCTURNOS
Venske & Silveira (2005) definem os terrores nocturnos como um distúrbio caracterizado por despertar abrupto que pode ser iniciado por um grito de pânico, choro ou vocalizações incoerentes. A criança pode estar sentada na cama, com uma expressão aterrorizada apresentando sinais de ansiedade (taquicardia, respiração rápida, rubor cutâneo, sudorese, dilatação das pupilas, tónus muscular aumentado).

As primeiras vezes que os pais se confrontam com um episódio de terrores nocturnos são assustadoras, uma vez que observam o seu filho a acordar em sobressalto, uma ou duas horas após ter adormecido, com sinais de agitação, muitas vezes a gritar de olhos abertos, com o olhar fixo e movimentos descoordenados, sem responder aos seus apelos para se acalmar, o que deixa os pais extenuados e perturbados, sem saber como agir.
Quando o episódio termina, a criança volta a adormecer e não se recorda do que se passou.

Muitas vezes, os terrores nocturnos estão relacionados com algo assustador ou invulgar que ocorreu durante o dia, ou ainda, relacionados com mudanças importantes na vida da criança, tais como entrada no infantário, nascimento de um irmão, ausência de um dos pais, entre outros.

O que fazer perante um episódio de terror nocturno?

1.
Não tente acordar a criança, uma vez que esta não a irá ouvir e poderá, inclusivamente ficar mais agitada se se intrometer no terror (normalmente o episódio demora entre 1-10 minutos);

2. Deixe-a no berço/cama, assegurando-se que esta se encontra segura (por vezes fica de tal modo agitada que poderá cair da cama;

3. Não fale sobre o assunto no dia seguinte, uma vez que a criança não se recorda do episódio;

4. Reduza as situações de tensão durante o dia da criança;

5. Estabeleça uma boa rotina de sono, evitando a fadiga;

6. Com o passar dos anos os terrores acabam por diminuir e tal como apareceram desaparecem espontaneamente.


Os terrores nocturnos e os pesadelos são a mesma coisa?
Não. Enquanto os terrores nocturnos surgem mais no princípio da noite (em que os períodos de sono profundo são mais longos), os pesadelos são um fenómeno do sono superficial (sono REM), e por isso ocorrem mais na segunda metade da noite ou quando a manhã se aproxima (quando aumentam os períodos de sono REM).

Por outro lado, nos terrores nocturnos o despertar acontece no início do episódio, enquanto nos pesadelos a criança acorda a meio ou no final, quando a tensão causada pelo conteúdo assustador do sonho se torna demasiado intensa. Ao acordar de um pesadelo a criança rapidamente fica orientada e desperta, consegue descrever o conteúdo do sonho e deixa-se tranquilizar pelos pais (em contraste com os terrores nocturnos em que se mantém confusa e agitada, sem que nada a acalme, esquecendo o episódio logo que retoma o sono).

PESADELOS
Os pesadelos mais frequentes nas crianças de 2 ou 3 anos incluem a perda ou perigo. Os “monstros” muitas vezes são a causa do pesadelo no entanto a separação dos pais também é problemática. Nas crianças dos 4 aos 6 anos as tensões saudáveis como o lidar com os seus novos sentimentos de agressividade podem ser acompanhados de medos e pesadelos. Novos medos podem surgir durante o dia tais como abelhas, aranhas, elevadores, ruídos estridentes (trovão, sirenes, o ladrar dos cães, etc.) muitas vezes transportados para a noite como pesadelos (Brazelton & Sparrow, 2007).

Nas crianças com idade inferior a 5/6 anos os pesadelos são mais perturbadores pois a criança não entende que o sono não é real. A partir dos 5/6 anos a criança começa a perceber a diferença entre sonho e realidade, no entanto nesta idade, as crianças ainda precisam de acreditar no lado positivo dos seus “ bons” sonhos. Por isso, não se pode esperar que deixem de acreditar nos “sonhos maus” (Brazelton & Sparrow, 2007).

A criança assustada por um pesadelo acorda por completo e, se já sabe falar, consegue dizer algumas das coisas que se passaram no sonho. Outras vezes, não se recorda do pesadelo no entanto não se esquece daquilo que a fez sentir. A criança implora conforto, e é capaz de se agarrar aos pais, com medo de voltar adormecer sozinha. Pode levar algum tempo a acalmá-la. (Brazelton & Sparrow, 2007).

Lidar com os pesadelos (Brazelton & Sparrow, 2006):

A hora de dormir:
1. Sentar-se junto da criança, explicando o que a preocupa.
2. Aceitar os receios da criança e a necessidade de se agarrar aos pais.
3. Recordar a criança formas para se confortar, desviando o pensamento para coisas boas.
4. Deixar uma luz de presença no quarto.
5. Encorajar e aceitar o uso de objectos de conforto (ursinho, uma boneca ou cobertor preferido) como companhia e forma de afastar todos os medos.
6. Contar histórias que ajudam a compreender os medos e sentimentos vivenciados de forma indirecta.
7. Quando a criança recorre a cama dos pais, depois de um pesadelo, deve-se acalmá-la e posteriormente levá-la de volta a cama dela. Esta transição pressupõem aconchego e conforto durante alguns minutos no seu quarto.

Durante o dia:
1. Ajudar a criança a certificar-se de que não existem fantasmas nem monstros debaixo da cama nem dentro do armário.
2. Ajudar a criança a entender os sentimentos descontrolados durante o dia que ocorreram durante o pesadelo.
3. Explicar e dar informações simples, claras, credíveis em termos que ela possa entender acerca dos acontecimentos da vida familiar que possam estar a perturbá-la.
4. Evitar filmes, programas de televisão, jogos de computador que possam ser violentos e provocar medo ou incompreensão do assunto por parte da criança.

_______________________________________ Vânia Coimbra

Bibliografia
BRAZELTON, T.; SPARROW, D. – A Criança e o Sono: o método Brazelton. 4ª ed: Editorial, 2007. ISBN: 972-23-3187.
FERRÃO, Ana (www.medicoassistente.com/modules/smartsection/makepdf.php?itemid=98)

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Preparação do biberão

A preparação do biberão requer alguns cuidados importantes que convém ter em consideração. Esta postagem aponta alguns deles.

1 - Cuidados de higiene
Seja muito rigoroso(a) quanto ao cumprimento de algumas regras de higiene. A verdade é que os bebés ainda não estão habituados aos germes!
- Antes de preparar o biberão lave cuidadosamente as suas mãos;
- O biberão e a respectiva tetina e a colher doseadora devem estar esterilizados. Se não tiver estes cuidados a contaminação por microorganismos pode provocar doenças ao seu bebé;

- Quando terminar a refeição do bebé lave com água corrente todos os utensílios utilizados e esterilize-os.

Métodos para esterilização

1 - Fervura: os biberões, as tetinas, a colher doseadora e restantes utensílios são emergidos em água, numa panela útilizada só para o efeito, entre 10 a 20 minutos. Tenha em atenção que não se deve observar bolhas de ar dentro dos biberões, uma vez que isso pode comprometer o processo.

2 - Esterilização a vapor: em aparelho apropriado. Os utensílios a esterilizar são envoltos em vapor de água a uma temperatura de 95 a 97ºC;

3 - Esterilização a vapor no micro-ondas: num aparelho próprio para levar ao micro-ondas, os biberões e as tetinas são igualmente esterilizadas com vapor em poucos minutos.

Como preparar?
- Ferva a água durante 3 a 5 minutos (não mais do que isso, porque caso contrário a água vai-se evaporando e fica concentrada em sais que originam cólicas ao bebé). Nota: Já existem águas próprias para lactentes (ver o rótulo), as quais não necessitam de ser fervidas;
- Deixe arrefecer um pouco a água;
- Verta a quantidade correcta no biberão;
- Junte o pó à água na quantidade correcta. A quantidade total depende do peso do bebé.


Para cada 30ml de água adicione 1 colher rasa de leite em pó
Colher medida/Água
1 - 30 ml
2 - 60 ml
3- 90 ml
4 - 120 ml
5 - 150 ml
6 - 180 ml
7 - 210 ml


- Respeite sempre as quantidades de leite em pó a utilizar;
- Nunca encher a colher medidora acima da medida;
- Não pressionar o leite em pó na colher para caber mais;
- Passe as costas de uma faca limpa ou uma espátula sobre a colher medidora para tirar um eventual excesso de leite em pó.
- Se colocar maior quantidade de leite em pó do que a indicada, o leite ficará demasiado concentrado e isso prejudicará o bebé, ocasionando mais problemas gastro-intestinais. Por outro lado, se ficar menos concentrado, o seu bebé não estará a receber todos os nutrientes que devia.
- Deite algumas gotas para a superfície interior do seu pulso para verificar a temperatura do leite; o leite deverá estar morno e não quente.

Atenção:
- Ao dar o biberão, a tetina deve estar sempre repleta de leite para que o bebé não engula ar, o que irá provocar cólicas;
- O leite deverá pingar da tetina e não escorrer, para que a criança não se engasgue.
- A mãe ou o pai deverão sentar-se numa posição confortável, e manter o bebé em posição semi-sentada, com a cabeça apoiada no seu antebraço.


Olhe para a criança enquanto se alimenta.
O contacto visual reforça a ligação entre a mãe (ou pai) e a criança!


Horário e frequência das mamadas
O leite artificial requer mais tempo de digestão, por esse motivo deverá manter intervalos mínimos de 3-4 horas entre cada mamada. A quantidade de leite do biberão é variável e deve ser a que deixe a criança satisfeita e a faça ganhar peso correctamente.
A alimentação é um dos factores mais importantes para o normal crescimento e desenvolvimento da criança.

_____Teresa Margarida da Silva Santos (Enfermeira em estágio no Curso de Preparação para o Parto)

Bibliografia:
O Guia Cuidar do Bebé – Felicitas Publicidade, Portugal, 2005.
http://pt.wikipedia.org/
http://www.todopapas.com/contenidos/alimentacion/Amamentacao-com-biberao-1020.html
http://www.prenatal.pt/bebes/amamentacao/o-aleitamento-artificial/como-se-prepara-o-biberao.htm

segunda-feira, 30 de março de 2009

Diagnóstico Precoce (Teste do Pezinho)


O diagnóstico precoce, vulgarmente denominado de teste do pezinho, trata-se de um teste efectuado para o rastreio de doenças graves que clinicamente não podem ser diagnosticadas nas primeiras semanas de vida e que podem tardiamente provocar atrasos mentais irreversíveis e muito profundos.

1 - Qual o objectivo de realizar este teste?
O teste tem por objectivo diagnosticar precocemente doenças de modo a que seja iniciado um tratamento, o mais precocemente possível, permitindo o desenvolvimento normal da criança.

2 - Que doenças diagnostica?
 Fenilcetonúria;
 Hipotiroidismo;
 Hiperfenilalaninemias;
 Tirosinemia tipo I E II;
 Leucinose;
 Hipermetioninemia;
 Citrulinemia;
 Acidúria arginino-succínia;
 Hiperarqininemia;
 Homocistinúria clássica;
 Acidúria arginino succínia;

 Hiperarquininemia;
 Citrulinemia;
 Acidúria propiónica;
 Acidúria metilmalónica;
 Acidúria isovalérica;
 Deficiência da desidrogenase dos ácidos gordos;
 Deficiência primária em cartinina.

3 - O que é a Fenilcetonúria?
A Fenilcetonúria é uma doença hereditária do metabolismo do aminoácido fenilalanina.
Devido à deficiência na enzima fenilalanina hidroxilase (PAH), enzima responsável pela metabolização da fenilalanina, este aminoácido acumula-se em quantidades tóxicas para o organismo.
O tratamento destas doenças consiste numa dieta hipoproteica restrita em fenilalanina.

4 - O que é o Hipotiroidismo?
Resulta de uma produção inadequada da hormona tiroideia decorrente de diversas causas.
Sendo esta hormona fundamental ao bom desenvolvimento físico e mental tem de ser fornecida sob a forma de medicação diária quando a sua produção no organismo é inadequada.

5 - Quando deve efectuar o teste ao seu bebé?
O teste deve ser efectuado entre o 3º e o 6º dia de vida do Recém-nascido.

6 - Onde pode ser efectuado o teste?
O teste pode ser efectuado na Unidade de Saúde ou USF, na qual está inscrito o pai ou a mãe, ou no seu domicílio, durante uma visita domiciliária, tendo no entanto que a solicitar atempadamente às Enfermeiras que dinamizam o Curso de Preparação para o Parto.
7 - Procedimento

1. Punção: será efectuada uma picada no calcanhar do seu bebé.
2. Expressão para saída de gotas de sangue
3. Recolha da gota de sangue para preenchimento da ficha a enviar para o laboratório de rastreio

8 - Resultados
• Se o resultado for negativo os pais não serão contactados;
• Se o resultado for positivo os pais serão contactados nos primeiros quinze dias após a sua realização;
• Caso deseje consultar o resultado poderá aceder ao site www.diagnosticoprecoce.org e inserir o número de código de barras que lhe é dado aquando da realização do procedimento para aceder ao resultado exclusivo do teste do seu filho.
...
___________________ Cristina Luísa Vieira Barbosa
___________________ Daniela Catarina da Rocha Brandão
(Enfermeiras em estágio no Curso de Preparação para o Parto)

Bibliografia
Folheto informativo Comissão Nacional para o Diagnóstico Precoce
http://www.diagnosticoprecoce.org/

quarta-feira, 25 de março de 2009

Mamã quero brincar ao sol!

Querida mamã o sol chegou com a Primavera e tu sabes com gosto de brincar ao sol.

Mas, quero pedir-te por favor, não concordes comigo,
mesmo que eu faça birra,
impõem a tua vontade,

NÃO POSSO BRINCAR AO SOL, SEM CHAPÉU E CREME, lembra-te, não pode haver descuidos.
É muito importante para a minha saúde:

Obrigada mamã

cliique aqui
e leia o artigo "Vem aí o calor: cuide das suas crianças"



foto net

sábado, 21 de março de 2009

Chegou a Primavera!

Queres despedir-te do Inverno?
Então clica aqui segue as orientações, divirte-te!
(desculpa,ontem esqueci a hiperligacão)




Fonte da Sala do Arco Irís Jardim do Cruzeiro
http://www.eldogma.com.ar/flyers/diaprimavera/default.asp


quinta-feira, 19 de março de 2009

Dia do Pai!

Pai!
Hoje é o teu dia pai!
Todos te saúdam e felicitam, porque és pai!
És o meu querido pai, que tanto amo!
E tu, dizes que sou a luz dos teus olhos!
Como eu gosto de ouvir isso,
mas às vezes tenho tanto medo…
Por favor, nunca me abandones nas trevas.

Sabes como gosto dos teus mimos e carinhos
Mas não quero só isso
Peço-te suplico-te, educa-me com amor!

Não quero apenas brinquedos e guloseimas,
O que eu quero, o que te peço pai,
São bons exemplos e boas palavras.

Sabes, não sou só uma criança linda!
Sou gente, sou teu filho e preciso de ti!
Preciso que me orientes, que me eduques
Ainda que sofra.
Ajuda-me hoje, para que amanhã eu não te faça sofrer a ti!

Dá-me a mão, com Jesus como guia,
não erramos o caminho!

segunda-feira, 16 de março de 2009

O Menino!

Com a aproximação do dia do pai (19 de Março) as professoras trabalham com as crianças a lembrança para o pai.

Numa turminha de 20 crianças, um menino de 5 anos, recusa-se a fazer o postal para o seu pai.
A professora tenta conversar com ele, para descobrir o motivo, mas o menino fecha-se e passa o resta da aula sem dizer uma palavra.

Quando a mãe o vem buscar a professora conta-lhe. A mãe não valoriza, dizendo que ele estava com preguiça, no outro dia certamente iria participar.
Mas o menino manteve a mesma atitude toda a semana!

Toda a turna ficava contente na hora de trabalhar no presente do pai, menos o menino!...

Durante o recreio a professora aproximou-se do menino e perguntou:
-Porque você está triste com seu pai?
Os olhinhos dele encheram-se de lágrimas e disse:
- O meu pai chama-me nomes, diz que eu sou burro, ele não gosta de mim!

domingo, 15 de março de 2009

A violência nas crianças e jovens - parte I

"O registo da violência sobre as crianças e os adolescentes acompanha a trajectória humana desde tempos imemoráveis, através de inumeráveis formas pelas quais se foi expressando, adaptando-se às especificidades culturais, socioconómicas e históricas do momento vivenciado.

Fazendo uma breve retrospectiva histórica descobrimos que nas sociedades antigas aceitava-se a prática do
infanticídio sendo facultado, nesses tempos, aos pais a oportunidade de aceitar ou renegar o seu filho recém-nascido, condenando-o à morte e que segundo o Talmud ( livro sagrado escrito pelos antigos hebreus) o pai tinha direito sobre a vida e morte de seus filhos, até a criação de um conselho de anciãos para julgar cada caso individualmente. Para uma criança hebréia, por exemplo, a disciplina era primordial. Uma lei do século XIII a.C. instruía os pais sobre como castigar filhos desobedientes e rebeldes e, quando estes tinham dificuldade na realização desta tarefa, um conselho de idosos era solicitado para lidar com o filho problema, podendo esse conselho apoiar o pai a punir e apedrejar o filho até à morte. "(...)

Leia o artigocompleto no blog Criancices e registe este endereço nos seus favoritos, é um blog que se preocupa com as crianças, adolescentes e famílias.
Se desejar aprofundar o tema, encontra ainda no blog criancices, mais 3 postagens sobre a violencia infantil.

quinta-feira, 12 de março de 2009

Desenvolvimento Infantil

Para ficar a saber mais e reflectir sobre o assunto...


domingo, 8 de março de 2009

A TODAS AS MULHERES...


“Tu és a guardiã das gerações,
És a que dá origem à vida”,
disse o sol à mulher.



“Tu serás a portadora deste
universo”



(Mito da criação do sol dos
sioux)

quinta-feira, 5 de março de 2009

Conheça: - Raríssimas.

No dia 28 de Fevereiro celebrou-se o "Dia Europeu de Doenças Raras".
Aconselhamos vivamente a sua visita ao síte "Rarìssimas" - Associação Nacional de Deficiências Mentais e Raras. Que começa por se apresentar desta forma: "Somos um grupo de pais e mães a quem Deus deu um prémio de vida enorme - um filho portador de uma Doença Rara".
Não deixe de visitar.

O Hino Oficial da Raríssimas.


sábado, 21 de fevereiro de 2009


A CHEGADA DE UM NOVO BEBÉ

A chegada de um novo bebé à família vai exigir do seu filho uma adaptação enorme. De repente vê-se obrigado a partilhar o amor, o tempo e atenção dos pais, bem como o lugar especial que ocupa nos seus corações, e isso constitui uma mudança enorme à qual vai levar algum tempo a habituar-se. Porém, existem muitas maneiras de o ajudar a sentir que continua a ser tão especial e amado como era até aí.


Converse com ele sobre bebés

Fale com o seu filho sobre bebés e dê-lhe uma ideia de como vai ser ter um bebé em casa. Por exemplo, diga-lhe que os bebés comem, choram e dormem muito e que precisam de muito do tempo dos pais.


Envolva-o o mais possível nos preparativos para a chegada do bebé

Quando for ao médico, leve-o consigo, deixando-o ouvir o som do batimento do coração do bebé e dizer-lhe que o bebé está a crescer de forma saudável. Deixe-o sentir os pontapés do bebé e dar opinião acerca dos nomes a dar ao irmão. Deixe-o ajudar a preparar as roupas do bebé, dando-lhe a escolher alguma peça do seu agrado.


Evite fazer outras mudanças significativas

Evite mudar de casa, mudar a criança de quarto ou de cama, de infantário ou de escola, a menos que estas mudanças sejam feitas com antes três meses do bebé nascer. Três meses é o tempo suficiente se adaptar a uma mudança.


Prepare-o para o tempo que passará fora de casa

Explique-lhe onde vai estar e quantos dias vai estar fora de casa (previsivelmente). Diga-lhe com quem ele vai ficar e com quem ele deve contar durante a sua ausência. Fale-lhe da possibilidade de ter de sair durante a noite e de não ter a oportunidade de se despedir dele, mas que o verá pouco tempo depois.


Não lhe diga que o bebé vai ser um amigo de brincadeira

Este comentário faz com que a criança espere que desde o primeiro dia o bebé brinque e logo o vai levar à desilusão. A desilusão faz com que seja mais difícil para ele adaptar-se ao novo bebé.




Bibliografia:
BRAZELTON, T. Berry – O Grande Livro da Criança. Lisboa, Editorial Presença, 1998
BRAZELTON, T. Berry; SPARROW, Joshua D. – A Criança dos 3 aos 6 anos. Lisboa, Editorial Presença, 2004.
GAZAL, Chantal – A Criança Feliz. Lisboa, Editorial Presença, 2007.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Receita - dose diária!

Com a aproximação do Carnaval, época propícia à BRINCADEIRA aqui fica uma receita muito importante para todos os papás e mamãs... Em doses q.b. ajuda a promover a saúde dos(as) filhotes(as).



terça-feira, 10 de fevereiro de 2009


TELEVISÃO: PRÓS E CONTRAS

A televisão é actualmente a principal companhia diária para muitas crianças. Ver televisão durante períodos de tempo longos compromete o desenvolvimento físico, psíquico e social da criança. As crianças pequenas precisam de correr para se desenvolverem fisicamente e manterem um corpo e mente saudável e de interagir com outras crianças para ganhar competências sociais importantes. Precisam também de interagir com os pais e outros membros da família e adultos para estabelecerem laços de afecto e familiares fortes. Precisam de brincar activamente, desfolhar e ver livros, ouvir histórias, palrar e falar e aprender outras competências importantes ao seu desenvolvimento. Ao verem muita televisão, as crianças não aprendem estas competências, daí ser muito importante limitar a sua visualização.



Por outro lado a televisão também tem vantagens. Existem programas educacionais dirigidos a idades chave com qualidade. As crianças que os visualizam imitam e interiorizam os comportamentos e valores com facilidade, como por exemplo a entre-ajuda e o altruísmo. Contudo deve sempre respeitar algumas regras.

Em 2003 a Academia Americana de Pediatria debruçou-se sobre esta problemática e fez algumas recomendações:

- Evitar o uso da televisão como “ ama electrónica”.
- Evitar que crianças menores de 2 anos vejam televisão.
- Limitar o tempo despendido a ver televisão para o máximo 1-2 horas por dia.
- Seleccionar criteriosamente os programas a ver.
- Ensinar aos seus filhos a capacidade de selecção e de discriminação
de modo a habilitá-los a ver o que lhes convém.
-
Co-visionar os programas com os seus filhos e discutir os conteúdos vistos.
- Os pais devem servir como modelos para os seus filhos escolhendo
criteriosamente os programas que vêem.
- Não colocar aparelhos televisivos nos quartos dos filhos.
- Proporcionar actividades alternativas, nomeadamente a leitura, as
actividades físicas, os hobbies instrutivos e permitir tempo para brincadeiras
imaginativas.



Para reflectir: Costumo ver televisão com o meu filho e conversar com ele sobre os programas? Selecciono os programas para ele ver? Limito o tempo de ver televisão?


BIBLIOGRAFIA:
BRAZELTON, T. Berry – O Grande Livro da Criança. Lisboa, Editorial Presença, 1998
BRAZELTON, T. Berry; SPARROW, Joshua D. – A Criança dos 3 aos 6 anos. Lisboa, Editorial Presença, 2004.
GAZAL, Chantal – A Criança Feliz. Lisboa, Editorial Presença, 2007.
MENDES, Patrícia; FERNANDES, Armando - A Criança e a TV. Acta Pediátrica Portuguesa, 2003; 34: 101-4

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009



O CHORO DA CRIANÇA

Quando o nosso filho chora, nem sempre tomamos as atitudes mais correctas, especialmente quando já está há dez minutos a chorar, ou está a chorar de birra. De seguida apresentamos algumas atitudes que não devemos tomar quando o nosso filho chora.


O que devo evitar fazer quando o meu filho chora?

- Evite zangar-se ou ser agressiva(o). Não grite nem lhe bata. Este tipo de atitude vai fazer com que ele fique mais assustado e aumente o choro.
- Não recompense o choro. Dar-lhe um doce ou um benefício (ex.: ver televisão) para deixar de chorar aumenta as probabilidades de ele voltar a chorar só para ter novamente a compensação.
- Não ceda às exigências. Se ele chora para lhe fazerem determinada vontade não mude a sua opinião e posição. Ex.: Você recusa-se a comprar um brinquedo e ele chora; então compra o brinquedo para ele parar de chorar. Da próxima vez, ele vai usar a mesma estratégia para conseguir o que quer.
- Não o estrague com mimos. Também pode aumentar o choro e está a ensinar-lhe que chorar é uma forma de obter atenção especial.
- Não tente “endurecê-lo”. Gozá-lo, ridicularizá-lo ou chamar-lhe “bebé chorão”, pode fazer com que chore menos, mas também o ensina a não ser honesto com os seus sentimentos.
- Não se sinta culpado(a). É normal as crianças pequenas chorarem. Não significa que seja má mãe ou pai.


Próximo artigo: Televisão: prós e contras


Bibliografia:
BRAZELTON, T. Berry – O Grande Livro da Criança. Lisboa, Editorial Presença, 1998
BRAZELTON, T. Berry; Sparrow, Joshua D. – A Criança dos 3 aos 6 anos. Lisboa, Editorial Presença, 2004.
CORDEIRO, Mário -O Livro da Criança. Lisboa, Esfera dos Livros, 2007.
GAZAL, Chantal – A Criança Feliz. Lisboa, Editorial Presença, 2007.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009


O CHORO DA CRIANÇA

Como vimos no artigo anterior, o choro é uma característica inata do ser humano e, no bebé, é a única forma de comunicação.
As crianças usam o choro para comunicar a existência de um problema (seja ele qual for). Choram mais quando têm fome ou estão cansadas. À medida que vão crescendo e aumentando as suas competências linguísticas choram menos.



As crianças pequenas podem chorar por muitas razões

- Têm medo.
- Sentem-se zangadas ou frustradas.
- Sentem-se sós. Pode acontecer quando não lhes é dedicada atenção e tempo, pois precisam de ambos em grandes quantidades.
- Estão doentes ou sentem dor. (Artigo anterior)
- Estão a tentar que lhe façam as vontades. Especialmente quando o choro já resultou antes.
- Estão aborrecidas. As crianças pequenas têm uma grande necessidade de explorar em liberdade o meio que as rodeia. Se passarem muito tempo no carro ou no parque de brincar, podem chorar de frustração.
- Choram mais quando estão cansadas ou com fome. (Artigo anterior)

Que fazer quando o meu filho chora?

- Mantenha a calma. Quanto mais calma(o) estiver mais probabilidades tem de ele parar de chorar. No entanto não exagere, pois encoraja-o a chorar ainda mais para chamar a sua atenção.
- Tente perceber os motivos pelos quais chora. Se compreender os motivos do choro vai ser mais fácil parar as lágrimas. Se a criança conseguir falar, pergunte-lhe porque chora, se não despiste todas as situações descritas anteriormente.
- Responda de forma apropriada ao choro dele. Depois de encontrados os motivos do choro aja de acordo com cada um deles.
- Mostre-lhe empatia e compreensão.
- Ensine-lhe palavras para identificar os seus sentimentos. Dizer “Estás magoado” ou “Estás triste” vai ajudá-lo a compreender o que está a sentir e ensina-o a utilizar as palavras em vez do choro, quando está aborrecido ou zangado.
- Tente distraí-lo. Tente arranjar qualquer coisa nova para ele se entreter sempre que ele comece a ficar aborrecido, vai ajudar a desviar a sua atenção.


Lembre-se: As crianças têm sempre uma razão para chorar. Não parta do princípio que está tudo bem e ignore o choro sem antes verificar as situações descritas atrás e no artigo anterior.

Próximo artigo: O que devo evitar fazer quando o meu filho chora?

Bibliografia:
BRAZELTON, T. Berry – O Grande Livro da Criança. Lisboa, Editorial Presença, 1998
BRAZELTON, T. Berry; Sparrow, Joshua D. – A Criança dos 3 aos 6 anos. Lisboa, Editorial Presença, 2004.
CORDEIRO, Mário -O Livro da Criança. Lisboa, Esfera dos Livros, 2007.
GAZAL, Chantal – A Criança Feliz. Lisboa, Editorial Presença, 2007.


sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

O choro do bebé

O choro é inato a todos os bebés, e eles usam-no para comunicar, para exprimir as suas necessidades e os seus medos, até à altura em que começam a falar. A primeira coisa que o bebé faz logo que nasce é chorar. Com o primeiro choro ele vai inspirar ar para os pulmões.

O bebé é incapaz de dizer o que precisa ou o que sente, recorrendo, desta forma, a sinais corporais, como mexer os pés e as mãos energicamente, virando constantemente a cabeça, entre outros. No entanto, o choro é o melhor instrumento de comunicação que o bebé possui, permitindo-lhe chamar a atenção do meio que o envolve do modo mais rápido e eficaz.

Nas primeiras semanas os pais sentem maior dificuldade em descodificar o choro do seu bebé, mas com o tempo e à medida que vão interagindo com o filho, aprendem e reconhecer certas diferenças no choro e a agir de acordo com as necessidades do bebé.

Para que o choro do seu bebé não seja um constante motivo de preocupação, convém que saiba distinguir os diferentes tipos de choro e as respostas adequadas.

As causas do choro variam de razões simples a situações de perigo de vida. Por isso, o choro de um bebé nunca deve ser ignorado. A maior parte das vezes é difícil diagnosticar porque choram. Quando o seu filho estiver a chorar, deverá sempre deixar-se conduzir pelos seus sentimentos. A criança precisa de muito amor e de contacto físico e a este respeito nunca será demasiadamente “mimada”.

Aqui estão algumas das causas mais comuns:

 O Choro de Fome
Este é provavelmente o tipo de choro mais fácil de identificar, especialmente para a mãe do bebé. Quando chora de fome, o bebé tende a acalmar-se ao ver que a sua refeição está a ser preparada. Caso esteja a amamentar, se o encostar ao peito, ou se pegar no biberão e na babete, se o sentar na cadeirinha ele acalma-se.

O choro de fome é equivalente a gemidos, semelhantes a um apelo que não cessam com carinhos, somente quando estiver satisfeito.

 O Choro de Sede
Para além da fome, o bebé pode também chorar com sede, embora este tipo de choro seja menos frequente, já que o leite materno e os leites adaptados satisfazem, em simultâneo, as necessidades hídricas e calóricas. A partir do momento em que inicia a introdução de novos alimentos pode dar-lhe água fervida, à colher ou num biberão.

Os bebés podem precisar de água se estiverem num ambiente demasiado quente e seco, provocado por aquecimento artificial ou se, durante o Verão, estiver muito calor e o bebé começar a ficar desidratado. As viagens de automóvel podem também contribuir para a desidratação, portanto lembre-se de dar água ao seu bebé sempre que viajar com ele. Se o bebé estiver com diarreia não descure a hidratação.

 O Choro de Sono
O cansaço é muitas vezes o principal responsável pelas crises prolongadas de choro.
Por mais cansado que o bebé esteja, nada o impede de gritar, por vezes de forma intensa e ruidosa e outras vezes baixinho e de forma monótona, acabando por adormecer, embalado no seu próprio choro. Isto normalmente acontece quando o bebé já ultrapassou, a hora habitual de ir dormir ou se está mais excitado do que o habitual por ter estado em ambientes muito ruidosos e movimentados.

Quando o choro do seu bebé é devido a cansaço, deve tentar estabelecer horários para dormir, evitar demasiadas visitas e espaços muito ruidosos e movimentados.


-
 O Choro por Dores
Quando existe a possibilidade do seu bebé estar doente, a primeira coisa a fazer é medir-lhe a temperatura, pois por muito ligeira que seja, a febre incomoda o bebé, fazendo-o chorar. Depois terá de tentar perceber se ele tem dores e onde. O choro de dor é um grito agudo seguido de um pequeno intervalo.

O motivo do choro pode ser, por exemplo, uma otite, dor de dentes, garganta irritada, dores corporais, reacção a algum tipo de alimento, infecções, obstipação ou cólicas.
No caso de otite, o seu bebé chorará ininterruptamente e pode levar as mãos ao ouvido que lhe dói.

Se o bebé chorar devido às dores provocadas pelo surgimento dos primeiros dentes, tente aliviar-lhe a dor massajando-lhe as gengivas com gel especialmente indicado para o efeito, dando-lhe brinquedos adequados para esta fase do crescimento que ele possa colocar na boca e massajar onde lhe dói.

No caso de apresentar a garganta irritada o seu bebé sentirá dificuldade na deglutição (engolir os alimentos e beber líquidos), acabando por chorar. As dores corporais resultantes de gripe ou alguma doença infecciosa podem também resultar em choro do bebé.

A Reacção alérgica a algum tipo de alimento para além do choro causa normalmente, vermelhidão, falta de ar, diarreia e/ou vómitos.

Todas as infecções causam alguma dor ou irritação que fará o bebé chorar. As infecções podem surgir em qualquer parte do corpo e geralmente causam febre, vermelhidão e inchaço.
A Obstipação provoca choro quando o bebé tem vontade de defecar, mas, pelo facto das fezes se apresentarem endurecidas surge desconforto/dor abdominal. Durante os três primeiros meses de vida é frequente os bebés terem dores abdominais por acumulação de gases. As cólicas provocam um choro intenso e forte e que podem surgir acompanhadas de sinais que revelam a existência de dores abdominais. Nestes casos, enquanto chora, o bebé flecte os braços e as pernas, ao mesmo tempo que a sua face fica vermelha, apresenta um aspecto tenso e o abdómen fica distendido e duro. Normalmente, os gritos são emitidos durante várias horas e, mais frequentemente, nas primeiras horas da noite, aliviando durante o dia. As cólicas podem dever-se a gazes, nos casos em que os bebés, ao mamarem, ingerirem muito ar. Pode ajudá-lo a expeli-los fazendo-lhe massagens na barriga no sentido dos ponteiros do relógio e mexendo as suas perninhas como se estivesse a pedalar numa bicicleta.

Para evitar a acumulação de gases, evite deixar o seu bebé muitas horas sem se alimentar, porque ao tentar comer mais depressa irá engolir mais ar; adapte-o bem à mama ou, no caso de usar biberão, tenha o cuidado de o inclinar o suficiente para que a tetina esteja completamente preenchida por leite; no final de cada mamada segure o bebé na vertical, de forma a que ele arrote; efectue com regularidade massagens na região abdominal.

O essencial é o seu estado de espírito. Procure manter-se calma, uma vez que o seu bebé pressente a ansiedade dos pais, o que transforma o problema num ciclo vicioso: o choro da criança gera um estado de irritação e ansiedade nos pais, e por sua vez, este é responsável pelo nervosismo e agitação da criança. Nestas circunstâncias nunca grite com a criança nem a movimente bruscamente. O amor e o carinho dos pais não tira a dor, mas fazem com que o bebé se acalme e são sempre a melhor forma de lidar com este tipo de situações.

 O Choro de Desconforto
Se por algum motivo, o bebé não se sentir confortável, é natural que chore para manifestar o seu desconforto. Se, por exemplo, tiver a fralda suja, o choro é a forma de chamar a atenção e mostrar que precisa de ser mudado. A fralda deve ser mudada de forma a prevenir lesões e a manter a pele íntegra. É fundamental que os pais estejam atentos a possíveis irritações na região anal e genital.

O calor e o frio podem também ser motivos de desconforto, e consequentemente provocar uma crise de choro. Proteja o seu bebé apenas com a roupa necessária ao tipo de ambiente em que ele se encontra. O mesmo acontece com um ambiente ruidoso, levando o bebé a reagir, chorando de forma repetida. Em geral, os bebés não gostam de estar em sítios demasiado barulhentos portanto o melhor será evitá-los.

 O choro por carência afectiva
Há bebés que precisam de mais colo para se sentir seguros. Se o seu filho tem a fralda seca, não tem fome nem sede, está num ambiente calmo, não tem febre e continua a chorar, pode ser que esteja, apenas a pedir colo.

Hoje em dia, é muito discutível a questão de saber se os pais devem acorrer ao filho todas as vezes que ele chora ou se, por vezes, o devem deixar chorar um pouco porque isso não lhe faz mal. A questão coloca-se relativamente à quantidade dos mimos e maus hábitos que uma criança pode adquirir com determinados comportamentos dos pais. Acima de tudo, a decisão é sua. Decidir se lhe vai pegar todas as vezes que o bebé chora é uma questão de bom senso que ninguém lhe poderá ensinar e que deve gerir conforme os resultados que for obtendo e a sua disponibilidade de tempo.

Uma solução será tocar no bebé sem lhe pegar ao colo ou falar com ele, para que perceba de que está rodeado de pessoas que lhe dão atenção e sentem a sua presença.

Esteja atenta a todos os factores que podem provocar desconforto no seu bebé, assim será mais fácil identificá-los e acalmar o seu filho.

_______________________ Cláudia Isabel Moreira Fernandes e Maria Luísa Ferreira da Costa (Enfermeiras do Centro de Saúde de Santa Maria da Feira, a exercer funções na Unidade de Saúde de Canedo, em estágio no Curso de Preparação para o Parto)

Bibliografia:
CORDEIRO, Orlando – O Guia Cuidar do Bebé. 11ª Edição. Carnaxide: Felicitas, 2005.
http://saudeinfantilfeira.blogspot.com
http://bebes.com.pt
http://brasil.babycenter.com
http://guiadobebe.uol.com.br
http://www.bebes.com.pt